Aprender
Cada análise certa e cada análise errada, lado a lado com o que o mercado e o historial diziam. Daqui saem pistas e um caderno de lições para afinar o modelo depois — nada aqui muda o modelo.
O que os resultados sugerem, da evidência mais forte para a mais fraca. A confiança sobe com o número de jogos.
Taxa sem empate real contra a prevista, em janela móvel, pela ordem dos jogos. As marcas são mudanças de critérios ou de pesos: mostram se cada mudança ajudou.
Todos os jogos avaliados do período, escolhidos ou não, pelo que aconteceu ao intervalo.
O modelo contra as duas fontes que usa por dentro: o mercado “1ª Parte – Resultado” da placard e o historial de empates ao intervalo das equipas.
Para cada número da análise: a média nos jogos que acertaram contra a média nos que empataram. Os “por usar” são candidatos a entrar no modelo.
Os jogos que ficaram de fora, agrupados pelo critério que os tirou, e como correram comparados com as escolhas.
Se o modelo está sistematicamente otimista ou prudente, esta é a correção que o passado pede. Fica aqui como proposta.
Os jogos que mais surpreenderam o modelo. Marca o veredicto, o porquê e uma nota: fica guardado no caderno e sai no pacote de treino.
O resumo das tuas notas. Quando houver lições suficientes, exporta o pacote e ajustamos o modelo com ele.